Ocorre nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.
Mede cerca de 31 cm de comprimento. O macho possui a cabeça vermelha, com uma pequena mancha branca na base do bico e a fêmea apresenta o alto e a região anterior da cabeça pretos e uma larga listra branca entre o olho e a base do bico.
Comum em florestas ralas de regiões campestres, capoeiras, palmais e florestas de galeria e de várzea.
Presente na Amazônia, Região Nordeste, Centro-Oeste e para o sul até o Paraná. Encontrado também do Panamá à Argentina.
É considerado o maior pica-pau do Brasil, medindo cerca de 36cm de comprimento, com peso médio de 200g. De rara beleza, possui a cabeça e o pescoço vermelhos, dorso creme, asas e cauda negras. O peito e o ventre são brancos, inteiramente barrados de finas faixas horizontais negras. O macho tem uma pequena mancha auricular preta e branca, enquanto a fêmea possui uma grande estria malar branca, vilada de negro. Assim como as demais espécies de pica-pau. C. robustus possui um canto territorial, diversos tipos de chamados e uma música instrumental, o “tamborilar”. Ela é executada através de repetidos golpes do bico sobre a superfície de troncos secos ou ocos, substrato escolhido de maneira a proporcionar boa ampliação da sonoridade e alcance do ruído. C. robustus faz um “tamborilar” bissilábico, que pode soar como uma voz e ser individualmente diferente.
Para marcação de território ou para comunicação entre machos e fêmeas, usa valorização e, até certo ponto, também o “tamborilar”. Outro tipo de batimento repetitivo constitui o “cinzelar”, usado para procura de alimentos ou para construção de cavidades para nidificação (Sick 1997).
Pode ser encontrado de Goiás, Minas Gerais e Bahia até o Rio Grande do Sul.
Mede cerca de 33 cm de comprimento. O macho possui a cabeça inteiramente vermelha e a fêmea apresenta uma faixa branca com margens pretas entre o olho e a base do bico.
Comum no interior e nas bordas de florestas de terra firme, florestas de galeria e capoeiras arbóreas. Vive normalmente aos pares, em alturas variáveis, desde o sub-bosque até as proximidades da copa. Apresenta comportamento semelhante ao do pica-pau-de-topete-vermelho.
Presente em toda a Amazônia brasileira e também nos demais países amazônicos.
Partes inferiores transversalmente farciadas tendo, face e garganta creme-claras ou cor-de-canela, região auricular vermiculata dorso anterior negro; Comprimento: 29cm.
Habita a mata de baixada (RS) e de regiões serranas (PR). Ocorre de São Paulo ao Rio Grande do Sul.
Ameaçado de extinção
Mede cerca de 33 cm de comprimento, com topete e estria malar vermelhos, asas, peito superior e lados da cabeça pretos, faixa branca que se estende do bico às laterais do peito, garganta manchada, mácula escapular branca e barriga branca barrada de preto. O macho apresenta a região anterior da cabeça e uma faixa próxima ao bico de cor vermelha; a fêmea possui a região anterior da cabeça preta e não tem a faixa vermelha. Na subespécie Dryocopus lineatus erythrops pode faltar a mancha branca escapular.
Habita o interior e as bordas de florestas altas, capoeiras, cerrados, campos e plantações com árvores esparsas. Vive solitário ou aos pares, arrancando a casca e “martelando” troncos e galhos maiores em busca de insetos, tanto em árvores vivas como mortas. Dormem sempre em ocos, onde também se abrigam da chuva pesada; alguns elaboram cavidades que servem para dormir. Recolhem-se cedo para dormir.
Voz: Sequência prolongada de fortes e sonoros “wet…” ( canto territorial, ambos os sexos ); sonoro”bet-wärrr”,”gí-gogogo”, “bé-be-be-qua” ( advertência ). Tamborilar prolongado “torrrrrrrr” ( ambos os sexos ). Pela manhã, costumam demarcar seus territórios com característico tamborilar. Escolhem uma árvore ou galho oco e dão sua batida peculiar. Começam com uma pancada alta, separada das demais e vão diminuindo o intervalo e a altura da batida, produzindo uma aceleração no final.
Presente em todo o Brasil e também do México à Bolívia, Paraguai e Argentina.